São Paulo Fashion Week 2017

O evento deste ano contará com menos recursos do que o último (menos 3 milhões de reais) e marcas e designers novatos se encontram na passarela.

A desistência de algumas marcas e profissionais renomados dá, porém, chance a novos talentos. O momento de crise é bom para experimentalismos e produz um “reboot” do primeiro evento, realizado desde os anos 90, e deve mostrar uma “verve” criativa mais acentuada ao mercado.

O São Paulo Fashion Week inaugura nesta edição o novo calendário da semana de moda – agora em março e final de agosto, aproximando a passarela ao calendário do varejo. Com 31 desfiles, o SPFW N43 traz seis novas marcas no calendário.

“A mudança é inevitável. O que funcionava até ontem já não funciona mais. Estamos construindo o futuro e aprendendo juntos. Os desfiles são hoje mais importantes do que nunca. Além de ser uma fonte direta de conteúdo e informação, são uma ferramenta de comunicação direta com o consumidor e poderosíssima para gerar desejo e resultados imediatos de negócios,” afirma Paulo Borges.

A edição 43 ainda terá como novidade o Projeto Estufa que nasce para ampliar possibilidades e coordenar movimentos que estão acontecendo em todo o mercado. Uma plataforma para revelar e apresentar novas formas de criar, distribuir e produzir. Provocar diálogos e reflexões, inspirar e influenciar comportamentos.

O evento acontece na Fundação Bienal, no Parque do Ibirapuera em São Paulo de 13 a 17 de março.

Fonte: UOL

 

Conceito de empresa de confecção do futuro

Olá pessoal!

Este estudo (“Empresa de confecção do futuro“), iniciativa Cert/ABDI/SENAI/Abit, contém diversos conceitos presentes em nossa solução de software, claro que de forma mais simples, e que atenderá a mais de 90% das pequenas confecções e modelistas no Brasil, hoje.

Não deixe de conhecer o documento, onde você poderá se inteirar dos diversos avanços presentes na indústria da moda!

Um abraço!

Modellagio e a iniciativa “Viver de Costura”

O projeto “Viver de Costura” nasceu em 2011 por iniciativa da professora e pesquisadora Heloisa Santos e como parte integrante do programa “Minas Raízes–Artesanato, Cultura e Design Social”. Hoje, o “Viver de Costura” é um programa vinculado à Escola de Design e compreende uma rede colaborativa para incentivo e troca de conhecimentos sobre a arte de costurar. O projeto promove a capacitação em modelagem, costura e bordados para comunidades em Minas Gerais. O Viver de Costura compartilha um inventário de máquinas e componentes em evolução que auxilia na capacidade básica de fazer (quase) qualquer coisa na área da costura, permitindo também o compartilhamento de projetos desenvolvidos no local pelas pessoas.

Em 2015, o projeto participou de um desafio proposto pelo Instituto C&A e o Changemakers da Ashoka. O desafio, intitulado “Tecendo a Mudança: Inovações Tecendo a Mudança para uma Indústria Têxtil mais Sustentável”, selecionou o “Viver de Costura” como uma das trinta iniciativas no mundo que detém potencial de transformação sobre a indústria têxtil. Em decorrência desse reconhecimento, o Instituto C&A convidou a professora Heloisa Santos para participar de um laboratório de capacitação com duração de 4 meses, realizado entre outubro de 2016 e fevereiro de 2017. O Lab Inovação na Cadeia da Moda foi uma parceria do Instituto C&A  com a Social Good Brasil para incentivar e reconhecer empreendedores sociais que buscam soluções para uma moda mais justa e sustentável. Durante o programa, a professora Heloisa Santos participou de oficinas, workshops e encontros presenciais, e recebeu mentoria de voluntários da C&A sobre o setor. Ela comenta a participação do “Viver de Costura” no laboratório: “Hoje o projeto Viver de Costura faz parte de 11 iniciativas que irá transformar a Cadeia da Moda, portanto as responsabilidades aumentam quando temos pela frente um vasto campo de trabalho a ser executado na busca por uma indústria têxtil onde todos os atores ganham: da linha de produção ao consumidor. Para mim é uma honra fazer parte desse grupo e ao mesmo tempo saber que podemos por meio das atividades acadêmicas proporcionar aos discentes a oportunidade de fazer parte desse projeto.”

Fonte: Universidade Estadual de Minas Gerais/UEMG

 

Desenvolvemos a solução para você, e com sua ajuda podemos fazer mais!

Olá pessoal!

Recebemos pedidos de colaboração para testar em primeira mão nossa solução e assim nos ajudar a fazer os ajustes necessários. Somente para esclarecer, queremos sim toda a ajuda possível, afinal, nossa solução é colaborativa e assim deve ser seu desenvolvimento também. Agradecemos antecipadamente, e muito!

No momento, estamos aguardando para iniciar a colaboração com o SENAI CETIQT para validar a ferramenta em nível de treinamento para os alunos daquela instituição. Breve, vamos liberando mais recursos em nosso app, de forma gradativa. Lembramos que este roadmap é necessário, pois temos em mente o conceito de tornar o uso da ferramenta cada vez mais fácil, sem as complexidades desnecessárias que vimos em outras soluções de mercado.

Pensamos em alcançar o mercado através inicialmente das instituições de ensino, mas isso não quer dizer de forma alguma que pessoas que já possuem muita experiência prática no uso de outras ferramentas automatizadas de trabalho não possam testar o software. Muito pelo contrário! Isto é natural, necessário e será feito em tempo hábil!

Breve o drappi será atualizado com mais novidades! Você pode baixá-lo na Google Play Store!

Aguardem!

Modellagio visita SENAI CETIQT

Continuando com o objetivo de lançar o mais rapidamente possível a plataforma que irá revolucionar o mercado digital de modelagem, procuramos o SENAI CETIQT, referência internacional para a formação de mão-de-obra e consultoria no setor de confecção e têxtil, para parceria técnica no sentido de validar os procedimentos de digitalização de modelos em papel e transferência para o nosso Fashion CAD exclusivo.

Esta iniciativa faz parte do programa SESI/SENAI de Inovação Tecnológica e visa entregar aos alunos daquela instituição o app para uso em suas fases ALFA e BETA de testes, sem custos, futuramente.

Estamos mais perto!

Aguardem!

Modellagio premiada em desafio de empreendedorismo social

A Modellagio foi uma das startups vencedoras do desafio Lab Inovação na Cadeia da Moda, com a participação da empresa C&A cedendo diversos funcionários para mentoria e aceleração, com a coordenação da Social Good Brasil.

Nossa meta, agora, é prosseguir em busca de realizar ainda mais esforços para lançar nosso primeiro app de modelagem totalmente digital, apenas a primeira parte de uma plataforma completa para o mercado que queremos atingir.

Contamos com sua participação e divulgação nas redes sociais.

Estamos chegando…

Fonte: Folha de São Paulo

O Futuro. Agora!

Já se tornou lugar comum apresentar o seriado em desenho animado dos anos 60 “Os Jetsons” como paradigma de futuro.

No caso da indústria da moda, um episódio de 1963 é crucial para entender o futuro. Nele, Jane, a esposa e Judy, a filha do casal, experimentam através de um improvável projetor holográfico amostras de vestidos e como ficariam com eles, sem que necessariamente a peça física estivesse ali. Claro que isso hoje já é totalmente possível…

As várias inovações que a indústria da moda usa fazem com que grandes coleções possam ser colocadas em produção de imediato e finalizadas em tempo recorde, para serem entregues nas lojas e postas a venda literalmente em semanas, em todo o mundo, em toda a parte.

Softwares de produção sofisticados e estratégia logística idem são necessários para tornar realidade esta visão. Isso hoje somente pode ser feito por grandes “players” mundiais da indústria da moda, devido ao alto custo envolvido.

Nós, da Modellagio, também temos uma visão de futuro. Um futuro que se inicia hoje, com o nosso software podendo ser “moldado” de acordo com as necessidades dos produtores de moda pequenos e médios, do design individual, podendo fazer com que sua coleção/criação inteira possa ganhar o mundo com facilidade a um custo atraente. É possível um novo modo de produção na cadeia da indústria da moda!

Para isso, desenvolvemos nosso primeiro app, o drappi. Ele será a base de toda a nossa base de softwares e vai ser construído em conjunto com você, consumidor e criador de moda. Nosso principal objetivo é tornar cada vez mais fácil divulgar seus modelos!

Neste primeiro momento, ele será a base de todo o nosso contato com você, disponibilizando, aos poucos e em fases, todos os recursos que imaginamos, e aperfeiçoando o nosso software juntos, no dia a dia da produção. É a economia colaborativa em ação, na prática!

Acreditamos que o futuro já começou! Agora! Vamos em frente!

Um abraço de nossa equipe!

Marketplace: a nova onda do e-commerce

E se você pudesse contar com um Marketplace que te ajudasse a vender suas produções de modelagem de vestuário de forma protegida, isto é, se tudo fosse feito de modo digital e não houvesse a possibilidade de alguém, a partir do seu modelo original, modificar inteiramente o seu trabalho, se você não quisesse isso? Já pensou em vender uma coleção completa para uma grande empresa da área de vestuário? De forma exclusiva?

Esta é apenas uma das características que iremos disponibilizar em nosso ecossistema de software de modelagem digital de vestuário, através do uso de app para celular, o drappi, e os demais softwares que vão compor o ecossistema Modellagio.

Aguarde apenas mais um pouquinho…

Estamos chegando!

Equipe Modellagio+drappi

Livro – A quarta revolução industrial do setor têxtil e de confecção: a visão do futuro para 2030

Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a indústria têxtil e de confecção sempre esteve classificada entre as indústrias de baixa intensidade tecnológica. O nosso estudo prospectivo, entretanto, identificou diferentes iniciativas de desenvolvimento tecnológico as quais sugerem que, em futuro próximo, essa indústria adotará princípios de uma indústria 4.0, intensificando, substancialmente, a aplicação de ciência e tecnologia em todas as atividades de sua cadeia de valor. Neste trabalho, argumentamos que o aumento do emprego de novos materiais, processos, canais comerciais, técnicas de gestão e a hibridização de produtos e serviços possivelmente transformarão a estrutura industrial do setor. Inéditas tecnologias de produção e interfaces entre consumidores e sistemas de produção deverão estimular o desenvolvimento de novos modelos de negócio.

 

Pequenas empresas dominadas por grandes varejistas poderão explorar seus próprios canais com seus clientes. Minifábricas automatizadas, modulares, móveis e sustentáveis funcionarão acopladas a sistemas de virtualização da criação e da produção. A multiplicidade de produtos com tecnologias vestíveis e emprego de biotecnologias e de modernos materiais poderá ampliar a demanda por têxteis inteligentes e funcionais, aumentando exponencialmente a diversidade e a intensidade tecnológica de fios, tecidos, aviamentos e produtos auxiliares exigidos para atender novas necessidades de consumo. Os efeitos a montante da disseminação de fábricas com princípios da Industria 4.0 serão capazes de impulsionar a demanda qualitativa pelo desenvolvimento cientifico e tecnológico no setor. Uma nova estrutura industrial poderá surgir em níveis locais e regionais. Estas são as perspectivas que deverão se disseminar ate 2030.

Boa leitura!

Livro: A quarta revolução industrial do setor têxtil e de confecção: a visão do futuro para 2030
Autor: Flavio da Silveira Bruno

Acesse gratuitamente o livro aqui.